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Exposição a gamma, gamma flip, Call Wall, Put Wall e percentil de volatilidade implícita são conceitos com material quase só em inglês, escrito por casas americanas sobre o mercado americano. Aqui eles estão em português e aplicados ao mercado brasileiro — o que cada medida é, como se lê, e onde ela erra.
O que é exposição a gamma (GEX)
Uma estimativa de quanto o hedge de quem está posicionado em opções muda quando o preço anda — e por que ela é estimativa, não medida.
Gamma flip: o preço em que a exposição troca de sinal
O preço estimado em que a exposição total calculada trocaria de sinal — e por que ele é uma faixa, não um traço no gráfico.
Call Wall e Put Wall: onde a posição em aberto se concentra
Os strikes em que a posição em aberto, pesada pelo gamma, mais se concentra acima e abaixo do preço — e por que eles quase não se movem quando a volatilidade muda.
Percentil de volatilidade implícita: situar a IV no histórico do papel
30% de volatilidade implícita é muito ou pouco? A pergunta não tem resposta sem o histórico do próprio papel.
Volatilidade implícita contra a que veio depois
A grade cobra uma volatilidade adiantado. Meses depois dá para conferir qual veio — e comparar as duas é diferente de prever qualquer uma delas.
De onde vêm os números: os arquivos públicos da B3 — e o que vem de fora
O que sustenta cada número: arquivo oficial da B3 para o mercado brasileiro, fonte pública de terceiro para o americano — e por que a diferença importa.
Movimento esperado: a faixa que as opções cobram até o vencimento
Um desvio para cada lado, em preço, até o vencimento — o que a grade de opções cobra, e não para onde o preço vai.
Max pain e pins: a posição em aberto na semana do vencimento
Dois retratos da posição em aberto no vencimento — e a medição que diz por que nenhum dos dois é destino do preço.
Exposições das gregas: delta, vanna e charm na posição em aberto
A mesma conta do GEX, feita para as outras sensibilidades das opções — e a convenção de sinal que vem junto.